sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011




São basicamente coisas sem sentido. Algo que poderíamos banir da nossa vida, porque não faz sentido chamá-las. Poderiam ser esquecidas, recusadas; mas passam sempre como experiências organísmicas que parecem ser complicadas de deixá-las caladas, sozinhas e nunca faladas. É tão difícil calar o que está desejoso de sair para fora; o que parece querer romper uma artéria, explodir dentro de nós, e aí nós falamos, nem que saibamos, porém, que são palavras que contêm sofrimento o originará a tristeza tanto nossa como a do outro. Mesmo assim? Falamos! Sabemos que vão seguir a essas palavras, outras ainda piores que provavelmente nem fazem sentido dentro de nós ou que por e simplesmente não correspondem à realidade. E mesmo assim? Falamos!



Desculpa se às vezes exijo demais de ti, coisas que não devia exigir. Mas isso irá acabar, porque sei que não fazem sentido e que acabam por nos magoar a ambos. Há um tempo para tudo, uma fase para tudo. Talvez nós, estejamos na fase do conhecimento mútuo e temos que ter calma a paciência até tudo ficar 100% bem. Esse dia não tarda (prometo).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011


Adoro o teu carinho, a tua companhia. A tua simples presença é boa demais para mim. Sabes bem o quanto te amo e o quanto te quero, sempreee!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Quero crescer. Ser mais e melhor, por mais esforço que seja necessário.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


Impossible is nothing.

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